EM BUSCA DO BIÓLOGO PERDIDO
   
 
 

  Histórico

Outros sites
 BUSCA ANCESTRAL
 ANCIENT
 PAULO DE THARSO - 2
 MÁRIO BORTOLOTTO
 FERNANDA
 PIERRE
 ADEMIR ASSUNÇÃO
 JUKE JOINT
 FABIANA VAJMAN
 JARBAS
 IMAGENS CEMITÉRIO
 ZÉ MISHIMA
 NICK
 NELSON PERES
 MÁRCIO AMÉRICO
 SERGIO MELLO
 KITAGAWA
 CLAUDINEI VIEIRA
 EDUARDO RODRIGUES
 PATRÍCIA LOBO
 PAULO STOCKER
 LUANA VIGNON
 NOTAS DO TROVÃO
 BACTÉRIA
 SEBO DO BAC
 DOUGLAS DIEGUES
 TECA CAPUSSO
 FABIANA COZZA
 RICARDO CARLACCIO
 GUSTAVO ENGARCIA
 MARCELINO FREIRE
 MUNDO SUJO - BETO
 XICO SÁ - O CARAPUCEIRO
 MaicknucleaR
 RUBENS K
 JUCA ARRUDA
 LÍVIA CONDURÚ
 KARAPANÃ
 ALMAS EM DELÍRIO
 MILTON TOSHIBA
 BROO
 ANA CRIS
 MAHALAB
 KENDO NITEN
 SERJONES
 BOLETIM UNIVERSITÁRIO
 CONCLAVE OBSCURUM
 UOL
 SAMANTHA
 ANNA DAHORA
 GUILHHERME
 ALINE-RJ
 EDINEY SANTANA
 PARALELOS
 PAULA COHEN
 FERNANDA PRATS
 CLARAH AVERBUCK
 TADEU SARMENTO
 PAULO F.
 GABRIELA KIMURA
 REVISTA MURO
 ROBOCOP
 JULIANA
 BARCO VIRGILIO
 TULÍPIO
 MATHEUS
 CAROLA MEDINA
 PATRICIA LEONARDELLI
 CASSIANO
 REVISTA LASANHA
 DUDA BANDIT
 SAMYA
 KARINA ABRAMOVICH
 EMERSON WISKOW
 JORGE MENDES
 CAROLINA
 BOTECO DO TULÍPIO
 MEMÓRIAS DO CÁRCERE
 RODRIGO SOMMER
 ANA RÜSCHE
 IVAM CABRAL
 DUDU OLIVA
 LARISSA
 JOTABÊ MEDEIROS
 JORGE FERREIRA
 MARCELO MONTENEGRO
 OSCAR LUIZ
 JANE
 JUVENAL PEREIRA
 PAULA KLAUS
 JORGE CARDOSO
 PEDRO PELLEGRINO
 MÃO BRANCA
 ROBSON
 BATATA
 CAROLINA AUGUSTA
 RODRIGO GARCIA LOPES
 OS SATYROS
 CIDADÃO DO MUNDO
 NILSÃO
 NÚCLEO 1408
 TEATRO DA CURVA
 JULIANA POLÊMICA
 MARCELO MIRISOLA
 PATRICIA VALIM
 CAMILLA LOPES
 HARD CARLACCIO
 VIVIAN VIANNA
 ALBÉRICO
 AMANDA BANFFY
 PRISCILA
 ADRIANA SALERNO
 RENATA CALMON
 FÁBRICA DE ANIMAIS
 ADRIANA BRUNSTEIN
 FÁBIO BRUM
 LUCIANA VITALIANO
 SÉRGIO
 FÁBIO PAGOTTO
 DRIKAFLOR
 DEBORA AONI




 

 
 

MILTON SANTOS

"Em nome do cientificismo, comportamentos pragmáticos e raciocínios técnicos, que atropelam os esforços de entendimento abrangente da realidade, são impostos e premiados. Numa universidade de 'resultados', é assim escarmentada a vontade de ser um intelectual genuíno, empurrando-se mesmo os melhores espíritos para a pesquisa espesmódica, estatisticamente rentável. Essa tendência induzida tem efeitos caricatos, como a produção burocrática dessa ridícula espécie dos 'pesquiseiros', fortes pelas verbas que manipulam, prestigiosos pelas relações que entretem com o uso dessas verbas, e que ocupam assim a frente da cena, enquanto o saber verdadeiro praticamente não encontra canais de expressão."

"Que fazer, quando, na própria Casa fundada para o culto da Verdade, a organização do cotidiano convida a deixar de lado o que é importante e fundamental?"

Após fugir da "Casa do culto da Verdade", também me pergunto: O que fazer? O que fazer? Você também Dri?

 



Escrito por Daniel às 08h10
[] [envie esta mensagem
] []


 

 

A UVA E O TOLO

Um Esopo onírico, certa noite sussurrou-me um conto que começava assim:

‘A uva murcha caída sobre uma folha morta no solo úmido olhava para o cacho acima e pensava “Ela é tão túrgida e bela refletindo o sol desta manhã! Mas não sabe nada! Ainda está verde!”’

Em meio a declarações viscerais e emotivas de uma multidão reacionária, arbitrária e perdida em um discurso pseudo-intelectual procuro, antes de reagir, saber mais a respeito das variáveis que envolvem o que me estremece.

Leio no Título I, Dos Princípios Fundamentais, o art. 3.° da Constituição Federal, que estabelece que constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: “erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais; promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.”

Continuo e encontro no Título II, Dos Direitos e Garantias Individuais, Capítulo I, art 5º, XII: “a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais;”

Paro, respiro e penso: “Quero mais!”

Encontro entre relatórios perdidos do IBGE de 2003 uma análise do analfabetismo no Brasil com base em dados coletados em 2000 que havia aproximadamente 16 milhões de analfabetos no país. Considerando-se as pessoas com menos de quatro séries de estudo concluídas, denominadas “analfabetos funcionais” esse número sobe para aproximadamente 33 milhões. Segundo o “Popclock” do IBGE atualmente (2009) a população brasileira é de aproximadamente 192 milhões o que representa que aproximadamente 15% da população pode ser enquadrada como “analfabeta funcional” numa estimativa grosseira.

Contextualizando, diz o Grande Artista, a respeito de Marina Silva: “não é analfabeta como o Lula, que não sabe falar, é cafona falando, grosseiro.”

Para analisar volto à consulta destacando o escrito e reproduzo definições do dicionário Houaiss online.

Analfabeto – “que ou aquele que desconhece o alfabeto; que ou aquele que não sabe ler nem escrever; que ou aquele que não tem instrução primária;  que ou o que é muito ignorante, bronco, de raciocínio difícil; que ou aquele que desconhece ou conhece muito mal determinado assunto ou matéria.”

Cafona – “que ou o que revela mau gosto, convencionalismo ('apego ao que é convencional'), pouca sofisticação ou pouco trato social.”

Grosseiro – “de qualidade inferior; grosseirão; que denota imperfeição; malfeito, tosco; destituído de engenho, de finura; que denota indelicadeza, descortesia; que demonstra imoralidade, falta de decência; indecoroso, obsceno.”

Vou para o outro lado buscando mais informações a respeito da formação acadêmica do Grande Artista. Horas depois encontro que cursou filosofia, pergunto: Terminou? Tem graduação? Parou no ensino médio? Sua formação é mais importante que sua “obra”?

Pergunto mais:

Quando se referiu ao Presidente Lula como analfabeto, cafona e grosseiro pretendeu discriminá-lo por sua escolaridade, seu mau gosto, sua pouca sofisticação ou por sua qualidade inferior, sua falta de finura, sua indelicadeza, descortesia?

Caso seja esse o caso não estaria o Grande Artista, que se precisa se beneficiar lei Rouanet para realizar seus shows, violando um direito constitucional praticando a discriminação em pelo menos três de seus tipos? E a lei?

Em todo caso analfabeto ouve o Grande Artista e ainda tem direito a voto, embora Ele, o antônimo de sagaz, nem mesmo se importe com isso!

 

Por isso fico com a Resistência!

 

 

 

 



Escrito por Daniel às 12h06
[] [envie esta mensagem
] []


 

 

SATYRYANAS 2009

 



Escrito por Daniel às 17h23
[] [envie esta mensagem
] []


 

 

BRUTAL

Gente vazia pode ser muito perigosa

Brutal como a solidão que sentimos perante o universo.

Texto e Direção: Mário Bortolotto

Elenco: Carolina Manica, Érika Puga, Laerte Mello, Luciana Caruso, Maria Mzanoella, Martha Nowill, Walter "Batata" Figueiredo, Paulo César Peréio (voz off)

De 02 de outubro a 20 de novembro       sextas-feiras 24hs         enrtada:R$ 30 / meia:R$ 15

Espaço Palapatões - Praça Franklin Roosevelt, 158



Escrito por Daniel às 16h56
[] [envie esta mensagem
] []


 

 

Salga-me o sal de teu mar e tuas ondas. Mais do que mortalha minha última amante com suas águas cálidas. Não de lágrimas, de um suor efervescente. Não vejo países, fronteiras, bandeiras. Não rezo em vão, não, não rezo. Nem busco noivas por casar. Desprendo-me da posse vã de corpos azulados. Embora já tenha procurado o amor, um pouco de paz e harmonia, almejo agora os ventos de tempestades furiosas. Corredeiras fortes e montanhas íngremes me atraem.

Alma? Não discuto metafísica em mesa de bar ou embalado por um ópio mofado em paraísos artificiais. Aliás, não me interesso por metafísica. Nem me iludo com as armadilhas da percepção. Procuro passagens míticas muito além de estreitos e cabos de tormentas. Em abismos mais profundos do que poderia imaginar. Onde não há copos vazios ou garrafas quebradas. Por trás de um espelho distorcido onde posso ver minha imagem como ela realmente é por trás das trevas que me inundam.



Escrito por Daniel às 03h59
[] [envie esta mensagem
] []


 

 

PÁSCOA 2009 - CHURRASCO'N ROLL - NO CENTRO CULTURAL RIO VERDE

Um dia de celebração com as Bandas "Fábrica de Animais" e "Saco de Ratos Blues" e muitos amigos, num lugar pra lá de especial o "Centro Clutural Rio Verde" (link aqui).

Com pessoas especiais, as fotos (link aquicom flash feitas por Vivian Vianna.

O som é só dar uma olhada ai embaixo.

 

 



Escrito por Daniel às 17h26
[] [envie esta mensagem
] []


 

 

ESCORPIÃO

Ando em círculos de fogo. O calor é quase insuportável. Sei que ficará insuportável. Destilarei meu próprio veneno sob forma de palavras ao vento. Morrerei por minha vontade, no limite do suportável. Como saída à dor lancinante meu aguilhão letal. Não à morte inevitável, sim ao ato de morrer, como uma ação da vontade no momento que escolher.



Escrito por Daniel às 20h23
[] [envie esta mensagem
] []


 

 

A ROCHA

O olhar fixo à frente, gotas de suor escorrendo lentas pela testa. Pupilas divididas pelo horizonte.  Ao redor, como um turbilhão de lanças e lâminas em uma luta ancestral, voam os problemas de uma vida caótica aparentemente ordenada. Uma caminhada insana em um limite claro de um lado as armadilhas dos desejos que se apegam à vida, do outro a eterna conselheira que espera uma chance para me mostrar as planícies muito além da morte. Não há um barco com condutor loquaz para entreter a viagem, nem um irmão de alma para depositar as moedas nos olhos adormecidos.

Em cada pequeno ato trilhando a fina lâmina entre a vida e a morte. Uma concentração avassaladora toma meu corpo reduzindo-o a nada. Desaparecem os contornos dos lugares em que me encontro restando apenas o ato. As horas se passam com uma lentidão eterna e não há vidro para proteger do vento. Não há dúvidas apenas uma ação que se conecta a outra em um fluxo ininterrupto. Sem tempo para uma reflexão racional sou apenas energia que flui de um centro que desconheço. Não importa o resultado tenho apenas a alternativa da rocha que se desprende da montanha rumar sem intenção para baixo.



Escrito por Daniel às 20h28
[] [envie esta mensagem
] []


 

 

INTERNA

Recentemente lembrei-me que possuía um lar perdido em algum lugar de minha vida. Sabia que precisava encontrá-lo e juntar-me mais uma vez a ele. Esparramar meus olhos por seus contornos sagrados, absorver sua paz. Desorientado soube que ali encontraria uma visão interior.

De costas no chão observei o teto. Controlei a respiração esvaziando a mente. Concentrei-me em um ponto e deixei os globos rodarem. Suportei a vertigem. Não via saída no beco de minha vida, mais uma vez como outras, mas diferente. Outra vez sentindo a sensação permanente do fio da espada. A um lado a vida sem saída, do outro a morte como saída definitiva.

Súbita mudança e apenas sentia ser um ponto, referência universal de mim mesmo. Ponto perdido em infinitas estrelas que espelhavam minhas faces caleidoscópicas. Meus sentidos perdidos em uma trama violenta de sedução e desejos. Depois apenas o nada. Nem ponto nem sentidos ou qualquer noção referencial. Apenas a certeza de que o que está dentro está fora.

Percebi, mais uma vez, que enquanto houver vida nunca será tarde para reinventá-la. Rearranjá-la segundo um novo padrão coeso ao universo desconhecido. Palavras inúteis desperdiçando energia. Como fluxo de uma cachoeira imaginária pressionando os desejos, aniquilando as certezas. Restando apenas a escolha de um dos infinitos caminhos que se espraiavam em uma teia ininterrupta. Assim perdi a violenta erupção de agressão gratuita. Larguei-me em meu sagrado silêncio.

“Dê-me um lugar para se firmar e um ponto de apoio para minha alavanca que eu deslocarei a Terra.” (ρχιμήδης)



Escrito por Daniel às 06h33
[] [envie esta mensagem
] []


 

 

A TERRA

Do pasto a meus pés o odor da chuva. Brisa suave, mas fria. Tudo aparentemente quieto. As últimas gotas ainda caindo. Aos poucos outros odores se espalham vindo de toda a paisagem. Um sol fraco se insinua pelas nuvens. Sinto meu peso, não, meu corpo caindo quando toco a terra. Caminho carregando os filhos do pasto. Um suave roçar e vou ficando molhado. Mais odores, uma estação se inicia. É perceptível por todos os lados. Em uma folha mais verde que desponta de um ramo. No trinar mais forte de um tordo jovem. Na corrida nervosa de um roedor assustado.

As cores mudaram, os sons aumentaram, mas quem primeiro se manifestou foram os odores em muitos aromas. O cheiro do medo, o cheiro da fibra. Um desafio à frente que requer confiança, firmeza, dureza e um toque suave de arte. A vida por um fio, como uma teia imaginária. O olhar no horizonte sem perder a vizinhança. Despido da mente entregar-se ao fluxo que percorre e avança.

Um corte rápido, uma esquiva profana e a aproximação ao alento. Imobilidade dos corpos. Respirações pesadas buscando um descanso. Relaxamento. O quadril se desloca primeiro para baixo, depois para o lado, imperceptivelmente. Os calcanhares se fixam ao solo. Dois corpos são um, como os dois hemisférios de um cérebro latente. A respiração se acalma. O de cima não percebe, o de baixo apenas espera.

O que está no alto esboça um movimento, forte, determinado, cego como uma certeza. O que está embaixo respira e deixa seu corpo seguir o curso. De baixo, em velocidade vertiginosa, parte um corte. De cima apenas o esboço de uma morte. A lâmina que subira às alturas agora parecia descansar no horizonte. Ilusão. O descanso não existe, ela subia novamente em velocidade para cortar o cume.



Escrito por Daniel às 01h45
[] [envie esta mensagem
] []


 

 

GUERREIRO

Não vago infeliz pelos mares. Ao contrário urro feroz às vagas enormes de tempestades divinas. Portos são cidadelas a conquistar. A segurança está no mar ao sabor dos ventos e das correntes que conheço. Meu coração se abre em fúria para inimigos reais. Estou em guerra, não à margem da vida. Navego em seu veio central nas noites mortais. Tomo seus castelos imaginários e descarto a tristeza vulgar.

Lembro da castelã imaginária que vive em meus sonhos por apenas uma longa noite, como se fosse verdadeiro seu amor. Não importa mais o toque suave de suas mãos em minhas cicatrizes falsas, não. Apenas prefiro sonhá-la formosa com seu olhar triste ao horizonte do futuro. Muito aquém de onde aporta minha nau negra em porto duvidoso. Prefiro sabê-la a contemplar campos verdejantes de primavera. Pois eu, em minha eterna partida, não quero amarras a um passado confortável. Cavalgo ondas de incerteza em uma paisagem rude que não perdoa falhas.

Sem tempo para saber onde se perdem os sonhos sigo de batalha em batalha sem sequer saber se vitorioso ou derrotado, nem me importando o resultado. Monástico e solitário satisfaço-me com o conhecimento. Assim, sem pensar, encadeio uma ação à seguinte levantando as velas da nau negra para apanhar os ventos de guerra que me levarão para longe desses castelos abandonados da lembrança. Para onde há apenas o sonhar com regressos que jamais acontecerão.



Escrito por Daniel às 20h14
[] [envie esta mensagem
] []


 

 

BURACO NEGRO

Os grãos de tempo escorrendo entre os dedos, com eles o fluxo de uma vida. Incertezas brotando ao ritmo do embate de ondas emocionais empilhadas em compartimentos esquecidos. Sensações desconexas e perda de consciência momentânea. Erupções subconscientes. Taquicardia e o deserto sem areia. Uma sede insaciável que racha os lábios e resseca a mente. Sons difusos que desorientam sua origem. Uma ampulheta grotesca gerando ciclones em algum lugar. Ruído de fundo que antecipa uma mudança permanente. Eternidade entalhada no tempo. Vida dirigida em linhas equivocadas. Desvio de atenção.

Incomensurável força que atrai para a destruição certeira. O fim do tempo e do espaço. A incerteza final. Muito além da morte e da imaginação estática. No início o aumento exagerado da velocidade, depois a aniquilação total. O fim do universo conhecido. No limite de um horizonte de possibilidades onde singularidades estouram por toda parte. Nem azar, nem sorte, apenas probabilidades desfavoráveis ou não. Caminhos traçados em um misto de acaso, oportunidade e vontade em um mar de caos.

Frágil ordem estabelecida por uma lógica linear e contínua. A palavra como lei final. A existência como uma realidade insustentável. O primata despido de seus pelos e uma consciência que não lhe é exclusiva. Ordena o universo à sua volta e o define com a última palavra que encontrar. Um ponto de fuga, buraco negro.



Escrito por Daniel às 19h28
[] [envie esta mensagem
] []


 

 

ÚLTIMA CELEBRAÇÃO DO ANO DA "SACO DE RATOS BLUES"

Mário Bortolotto,
Fábio Brum,
Marcelo Watanabe,

Fábio Pagotto e
Rick Vechione, with a little help of his friends
Flavio Vajman e
Paulo de Tharso, conduziram a cerinônia central    da celebração,   , proporcionando sorrisos  de alegria, surpresa  e muita comemoração.

O resultado disso está aí embaixo, isso sim é que é celebrar um ano bom! Gracias!



Escrito por Daniel às 02h38
[] [envie esta mensagem
] []


 

 

AMANHÃ



Escrito por Daniel às 19h38
[] [envie esta mensagem
] []


 

 

TERÇA - FEIRA

A noite começou amena, com um pouco de vinho e amigos antecipando a festa.

Leitura de poemas do Diniz na Casa das Rosas e o lançamento de seu livro "Decalques".

Reencontro de amigos e uma saída rápida para o Teatro X.

Mais amigos e algumas doses entre mais conversas amenas.

E então a fúria, a tempestade anunciada.  Os caras entraram com os amigos arrebentando tudo no palco.

Como diria o Linari "Quer me levar?", eu complemento, então me entenda. Não, não te devoro se não me decifrares, sou mais simples que isso. Apenas acelero e me mando para uma canto qualquer. Longe dos homens e de qualquer traço de humanidade. Curtindo o último Whysky e a garoa da cidade. Sozinho. Ouvindo os ecos da última música nesta noite de verão em sampa.

Estoy mal pero estoy bien,

soy como las rocas milenares de los Andes,

me gustan los vientos fuertes,

la vida intensa,

sin temores.

La muerte a buscarme en cada esquina,

sigo adelante, como tren de carga sin frenos,

no paro en ninguna estación.

O estás conmigo,

o verás algo parecido

a un efecto doppler de mi alma.

 

O resto é só conferir no Player abaixo.

 



Escrito por Daniel às 18h39
[] [envie esta mensagem
] []


 

 
[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]